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Odontologia Biológica

O que é?


"Odontologia biológica", ao usar esse termo, não estamos tentando estabelecer uma nova especialidade para a odontologia, mas para descrever uma atitude que pode se aplicar a todas as facetas da prática odontológica e aos cuidados de saúde em geral: procurar sempre a maneira mais segura e menos tóxica de realizar a missão de tratamento e fazê-lo enquanto pisa o mais suavemente possível no Biológico do paciente.

Odontologia biológica é uma proposta inovadora e abrangente de tratamento dentário, que considera a pessoa como um todo e leva em conta os diversos fatores internos e ambientais que interferem na saúde bucal.

Baseada na noção de saúde integral, a odontologia biológica distingue-se por respeitar a individualidade, ponderar o efeito que os procedimentos e materiais odontológicos têm sobre o organismo e fazer uso da técnica menos invasiva, menos traumática e menos tóxica tanto para o diagnóstico como para o tratamento dos dentes.

Também chamada de odontologia integrativa, combina as técnicas já consagradas da abordagem convencional com diferentes modalidades de terapia Múltidisciplinar que inclui a Medicina Ortomolecular, Medicina Pós-Genômica, Fitoterapia, Nutrição, Homotoxicoterapia e Terapia Neural, sempre trabalhando em conjunto com a Medicina Funcional visando a saúde plena e buscando a longevidade saudável.

A Odontologia Biológica uma opção definitiva e eficaz de tratamento odontológico, baseado em recursos tecnológicos sofisticados e numa visão mais completa do indivíduo, sem deixar de lado o conforto e a busca da solução estética ideal.

Amálgama (mercúrio)

Remoções seguras de restaurações de amálgama

As restaurações de amálgama, ou obturações de amálgama, são ligas de metal usadas em restaurações dentárias. Essas ligas são compostas por 50% de prata, zinco e cobre, e os outros 50% de mercúrio, metal extremamente tóxico, responsável pelo surgimento de diversas doenças. O mercúrio contido nas obturações de amálgama é o único metal que evapora à temperatura ambiente. Dentro da boca, o mercúrio evapora a todo instante, fazendo com que a pessoa absorva o gás tóxico e acumule mercúrio no organismo.

São muitos os sintomas causados pela intoxicação por mercúrio, e os mais comuns são: dores musculares e nas articulações, enxaqueca, distúrbios gastrointestinais, alterações cardíacas, alterações de memória (inclusive Mal de Alzheimer), depressão, náuseas, perda de cabelos, distúrbios menstruais, entre outros. O mercúrio, também presente no amálgama pode ser inalado, visto que evapora dentro da boca durante todo o tempo em que a restauração estiver no dente. Outra forma de contaminação se dá pelos pedaços da liga que se fragmentam, e o paciente acaba engolindo. Além disso, na hora crítica da remoção da restauração de amálgama, ela pode ser ingerida em forma de pó, contaminando não só o paciente, como os profissionais que estiverem no local. O cirurgião dentista deverá seguir um rigoroso protocolo para a remoção segura das restaurações de amálgama, evitando a deglutição dos resíduos de amálgama e minimizando ao máximo a inalação do vapor de mercúrio.

Este protocolo envolve uma série de itens, tais como: isolamento do dente em questão com lençol de borracha, uso de brocas de lâminas novas e muito pequenas, promoção de cortes cruzados na restauração de amálgama para posterior remoção em pedaços, utilização de brocas especias para ultrassom que promovam o destacamento do amálgama das paredes dentárias, pois este material não tem adesividade em esmalte e dentina, proteção do paciente com gorro e máscara, bem como do cirurgião dentista e equipe e utilização de 2 unidades de sucção de alta potência (bomba a vácuo), além de um suporte de oxigênio durante o procedimento, confira nosso video de protocolo.

O que usar no lugar das restaurações de amálgama?

Resinas compostas feitas diretamente na boca ou incrustações (inlays) de porcelana, além de proporcionarem melhor acabamento estético, não oferecem risco à saúde, pois não contêm substâncias tóxicas em sua composição. Sua indicação dependerá do grau de destruição do elemento dental. Recomenda-se o uso de resinas compostas fotopolimerizáveis realizadas diretamente na boca, para dentes com menor grau de destruição (cavidades pequenas a médias).

É possível trocar as restaurações de amálgama por resinas compostas?

Sim. O paciente que tem obturação de amálgama deve procurar um cirurgião dentista e fazer a substituição. O procedimento é bastante delicado, pois pode resultar numa intoxicação ainda maior, por isso deve ser feito por profissional especializado.

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