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Remoções Seguras de Amálgama

Amálgama (mercúrio)

Um metal extremamente tóxico

Conforme comprovado por inúmeros trabalhos científicos, o Mercúrio é um metal extremamente tóxico. A maioria das enzimas encontradas no corpo humano contém o mineral súlfur com o qual o mercúrio tem uma enorme afinidade, podendo portanto removê-lo das enzimas e assim inativá-las. Com esta habilidade de inativar enzimas, o mercúrio pode afetar qualquer órgão, glândula ou sistema no corpo, pois todos eles dependem das enzimas.

Cada um de nós tem deficiências genéticas em alguma parte do corpo, e são estas as áreas que o mercúrio atingirá em primeiro lugar, razão pela qual uma intoxicação por mercúrio pode afetar cada indivíduo de forma diferente.

Estamos todos os sujeitos a contaminação por este metal pesado. Elas podem ocorrer por via respiratória, alimentares ou no contato direto. Como principais fontes podem citar: peixes de água doce que vieram de rios próximos a regiões de garimpo ou com afluentes industriais contaminados, peixes de água salgada pescados próximo da costa, grãos, frutas e verduras tratados com fungicidas. Tinta fresca e ambientes recém pintados, termômetros ou lâmpadas fluorescentes quebradas, ceras para piso e móveis, materiais e reveladores fotográficos, tatuagens, diuréticos mercuriais, cosméticos, vacinas e outros produtos laboratoriais.

Mercúrio tem predileção pelo Cérebro, provocando sintomas como alteração de memória, concentração e dificuldade de aprendizagem. Alterações psicológicas e emocionais como apatia, depressão irritabilidade, ansiedade e insônia. Na boca, alguns exemplos de sintomas são o aumento de salivação, ulcerações de mucosa, sensação de queimação inclusive na garganta, gosto metálico e sangramento gengival.

O mercúrio ingerido é filtrado no fígado, sendo portanto retirado da corrente sanguínea, e misturado à bile que será lançada no trato digestivo e eliminada pelo intestino. Esta via é responsável por 90% da eliminação do mercúrio em nosso corpo. O que ocorre, entretanto, é que em muitas pessoas essa eliminação pode não ser tão eficiente, considerando, por exemplo, que o mau funcionamento do intestino provoca a lentidão dos movimentos intestinais e há uma maior chance deste mercúrio ser novamente absorvido, voltando assim para a corrente sanguínea. O resultado será um acúmulo gradual deste mercúrio no corpo.

Intoxicação crônica por mercúrio em geral está relacionada à deficiência de Zinco, pois os dois têm predileção pelos mesmos receptores no organismo, o que já gera uma série de novos problemas pela falta desse importante mineral

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